Meditação é punição? É correto dar privacidade a um adolescente?

No programa desta semana trazemos para o debate a notícia de uma escola americana que substitui castigo por meditação, o caso de uma mãe que fez um ensaio fotográfico inspirada em grandes feministas da história, sobre respeito e privacidade de filhos adolescentes e sobre a criação de filhos, livre de estereótipos de gênero.

E você, o que acha? É uma mamada ou uma cagada?

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Comentado neste programa:

  • Escola americana substitui castigo por meditação
    • Acolhimento do outro, consciência do erro, concentração e tranquilidade. Você consegue imaginar tudo isso como resultado de uma punição? Pois é. Foi com esse pensamento de ato e consequência que uma escola de ensino infantil de Baltimore, nos Estados Unidos, resolveu substituir a punição por sessões de meditação. O resultado, além dos citados acima, foi a melhora na relação entre os alunos e diminuição da taxa de suspensões.
  • Nada de princesas: mãe fotografa filha inspirada em grandes feministas
    • Nada de frufrus, maquiagens, vestidos bufantes, jóias. Muito menos coroas. A fotógrafa americana Jaime Moore buscou outras referências para vestir a sua filha: grandes mulheres da história.“Não me leve a mal, eu amo as princesas da Disney, seus vestidos lindos, cabelos perfeitos, vozes charmosas”, Jaime escreveu. “Mas isso me fez pensar: são apenas personagens, uma fantasia irreal para a maioria das meninas.”
  • ‘Não existe respeitar a privacidade de um adolescente’, diz psiquiatra
    • SÃO VICENTE e RIO — A morte de um menino de 13 anos, que se enforcou durante a chamada “brincadeira do desmaio”, no sábado à noite, causou comoção não apenas na pequena São Vicente, no litoral de São Paulo, onde o caso aconteceu, mas em todo o país. Policiais estão investigando, mas, ao que tudo indica, o estudante Gustavo Riveiros Detter enrolou uma corda no pescoço enquanto jogava um game on-line com colegas e, diante do computador, se asfixiou até perder a consciência. Quando parentes o encontraram, tentaram reanimá-lo e levaram o garoto para o hospital, mas ele faleceu 24 horas depois. O episódio é um alerta para famílias com crianças e adolescentes dentro de casa, dizem especialistas ouvidos pelo GLOBO. Segundo eles, os pais devem monitorar de perto as atividades dos filhos para evitar tragédias como esta.
  • Nome neutro não basta para uma criação sem estereótipo de gênero, mas ajuda
    • Mica tem dois anos e apenas os cuidadores, como os seus pais biológicos preferem ser tratados, e a criança sabem o seu sexo. Um dia, Mica sai com um vestido rosa cheio de babados e, no seguinte, com um bermudão azul. Fora o visual, nem mesmo seu nome entrega seu gênero de nascimento, porque a educadora Mariana Vieira Carvalho, 29, escolheu um nome que soasse neutro.

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