Jardim de infância é lugar para se aprender a ler? A partir de que idade o seu filho vai ter contato com um smartphone? E as questões de gênero, devem ser discutidas na escola?

No episódio desta semana recebemos o pai da Lara, o Jabour Rio, também conhecido como Maycon Teixeira, para debater conosco estas e outras questões e nos ajudar a chegar a um veredicto: Mamada ou Cagada?

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Comentado neste programa:

  • Eduardo Sá e o Pré-escolar
    • “O jardim de infância não é para aprender a ler nem a escrever”, criticou, lembrando que “as crianças antes de aprender a ler, aprendem a interpretar “ e que “não é por tornarmos uma criança um macaquinho de imitação que ela vai ser mais inteligente”. Eduardo Sá, psicólogo clínico com grande parte da sua carreira dedicada à psicologia infantil, defendeu que o jardim de infância deve antes ser um local onde a criança exerça atividade física pois, justificou, “as crianças aprendem a pensar com o corpo” e se souberem mexer o corpo “mais expressivas serão em termos verbais”.
  • Fique alerta: Eletrônicos afetam desenvolvimento da linguagem dos bebês
    • Estudo sugere usar menos smartphones e mais brinquedos de madeira. Um novo estudo publicado na revista científica JAMA Pediatrics indica que crianças que têm muito acesso a brinquedos tecnológicos com luzes piscantes, falas e músicas computadorizadas, em vez de brinquedos tradicionais, tendem a ter uma diminuição na qualidade e na quantidade da linguagem. O desenvolvimento da linguagem pode ser afetado pelos eletrônicos porque eles diminuem a interação com outras crianças e com os pais.
  • Association of the Type of Toy Used During Play With the Quantity and Quality of Parent-Infant Communication [Associação do tipo de brinquedo usado durante o jogo com a quantidade e a qualidade da comunicação entre os pais e as crianças]
    • Play with electronic toys is associated with decreased quantity and quality of language input compared with play with books or traditional toys. To promote early language development, play with electronic toys should be discouraged. Traditional toys may be a valuable alternative for parent-infant play time if book reading is not a preferred activity.
  • Após notificação de vereador, escola de SP faz debate para discutir gênero
    • A Emef (Escola Municipal de Ensino Fundamental) Desembargador Amorim Lima, na zona oeste de São Paulo, realiza no próximo sábado (26) às 14h30 um ato-debate em defesa da discussão sobre gênero nas escolas. O evento será uma resposta da comunidade escolar, com o apoio de parceiros da unidade, à notificação do vereador Ricardo Nunes (PMDB) enviada no mês passado pedindo a suspensão das atividades da Semana de Gênero, realizada à época com os alunos. Nesse novo debate, a escola estará aberta à comunidade externa e vai contar com a presença de organizações da sociedade civil, vereadores e representantes de outras unidades de ensino. “O objetivo do evento de sábado é mostrar que discutir gênero na escola é muito importante, e que isso precisa acontecer não só na Amorim, mas em todas as escolas”, diz a diretora da unidade, Ana Elisa Siqueira.
  • Forçar uma criança a comer é falta de respeito, diz pediatra espanhol
    • O pediatra espanhol Carlos González, 56, foi definido pelo jornal britânico “The Guardian” como “o médico que quer que os pais quebrem as regras”. Ele diz, no entanto, que os pais devem retomar seus instintos, já que a sociedade complicou seu papel nos últimos tempos com normas que o especialista considera absurdas. González é defensor do aleitamento materno sob livre demanda e da cama compartilhada. O médico critica o castigo e defende a criação com apego e o respeito às crianças. É autor do best-seller “Bésame Mucho – Como Criar seus Filhos com Amor”, lançado no Brasil, em 2015, pela Editora Timo. No livro, questiona comportamentos adotados para que o filho não fique mimado, como não pegá-lo no colo ou dar atenção quando chora.

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