Você já brincou de “Chicotinho Queimado”?

Quando criança, ao invés de contar onde estavam os meus chinelos, mamãe costumava dar aquelas dicas de “está quente”, se eu estava chegando perto, ou “está frio”, se ia na direção oposta. E eu adorava!

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Às vezes eu errava feio.

Depois de grande, descobri uma versão mais moderna dessa brincadeira, o Geocaching!

Tudo o que você vai precisar é de um celular (desses espertos), um par de tênis, roupa confortável, água, uma caneta e disposição.

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Cada bolinha dessas  esconde um tesouro!

Utilizando a navegação por satélite, o Geocacher (título foda) deve percorrer por parques e praças, atrás do Cache (tesouro escondido) e ter muita paciência para procurar – afinal de contas, GPS não são lá muito precisos.

Fundado em Abril de 2000 por Dave Ulmer, hoje o Geocaching é popular no mundo inteiro. Para se ter uma ideia, em 2010 já contava com mais de 1,2MM de Caches ativos, em 221 países.

Geralmente os Caches são formados por pequenos tesouros – chaveiro, moeda, brinquedo, tampinha – e um caderno para que seja feito o registro dos que conseguiram encontrá-lo. Tudo isso é armazenado em um recipiente à prova d’água – tupervare – e muito bem escondido, para que somente quem estiver participando da brincadeira, consiga encontrá-lo.

Além dos tradicionais, podemos encontrar também Caches muito pequenos – como as caixas de rolo fotográfico 35mm, o Cache-Mistério – que necessita da solução de uma charada para encontrá-lo ou mesmo um Cache-Virtual – que é apenas um local a ser explorado, sem caixas escondidas, mas que provavelmente te leva a um lugar que compensa a visita.

E, o mais legal: por demonstrar o nível de dificuldade do Cache a ser encontrado, é uma atividade que pode ser realizada por qualquer pessoa, de qualquer idade!

Conto um pouco, neste episódio, como foi experiência de encontrar o meu primeiro Cache, junto com minha filha de 2 anos!

 

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Temos que pegar!
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