No Mamada ou Cagada deste mês, convidamos a Karin do X-Poilers e o Sr. A do Papo Editado, para discutir sobre escolas que fazem de tudo, sobre pessoas que vêem coisas demais em livros didáticos, sobre arminhas de brinquedo e sobre pais que vão em festas do dia das mães.


Comentado neste programa:

Um escola em que os pais podem deixar os filhos as 8 às 20 horas e não se preocupar com os uniformes – que são lavados no próprio colégio – nem com as refeições das crianças, que ainda podem ser compradas congeladas para os fins de semana. Para as famílias economizarem tempo com atividades domésticas, a escola Ponto Omega, na região dos Jardins, zona oeste de São Paulo, passou a oferecer serviços que vão além das preocupações pedagógicas.

A escola que atende crianças de 4 meses a 6 anos, também oferece aos pais a opção de contratarem professores e assistentes como babás e leva uma vez por mês uma cabeleireira para cortar o cabelo dos alunos no colégio. Maria Gruppi, diretora da escola, diz que os serviços começaram a ser ofertados por reivindicação dos pais, que teriam “tempo de qualidade” com os filhos.

O site Pop Sugar, compartilhou o relato de uma mãe americana sobre o porquê seu filho não brinca com arma de água. Embora a brincadeira seja divertida, ela defende que arma não é brinquedo brinquedo. “A minha mãe era bem tranquila quando eu era criança, a única coisa que não importa o que eu e meus irmão disséssemos, nunca iria mudar era: nada de arminhas com água. Não tenho memórias da infância com um brinquedo inspirado em algo que é usado para matar”, conta.

Todos os dias nos Estados Unidos, 48 crianças e adolescentes são vítimas de tiros acidentais ou intencionais. A gente ensina que arma é uma coisa ruim, perigosa, mas ao mesmo tempo damos “esse objeto” para eles brincarem de jogar água nos colegas. “Se meu filho aprende a se sentir confortável com uma arma de brinquedo, quem me garante que ele não hesitará em usar uma de verdade se tiver uma oportunidade?”, pergunta a mãe.

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venda de armas no USA

Um projeto de lei já aprovado da Comissão de Educação (CE) da Câmara pretende impedir o uso de “imagens eróticas, pornográficas ou obscenas em material escolar”. O objetivo, alega o autor, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), é preservar a “inocência dos menores” contra a exposição prematura a essas imagens. Ninguém poderia ser contra, não fosse por um detalhe importante: nem o deputado nem o relator da CE querem definir o que eles entendem por “erótico”.

NOVA ESCOLA tem tentado contato com o deputado Aguinaldo Ribeiro desde 3 de maio. Sem sucesso. Já o relator do PL, deputado Flavinho (PSB-SP), aceitou falar por e-mail. Esclareceu pouco. As respostas se esquivam de definir claramente o que pode e o que não pode entrar em um livro didático. Diz apenas que os conteúdos têm de estar “relacionados com a matéria apresentada e devidamente vinculado à formação do aluno de acordo com sua faixa etária/escolar, respeitando-se, assim, sua fase de desenvolvimento”.

Conhecida por sempre usar as redes sociais para opinar sobre assuntos polêmicos, Luana Piovani soltou os cachorros nesta quinta-feira (25).

Pelo Instagram, a famosa compartilhou alguns vídeos nos quais contou que a escola do filho mais velho, Dom, de cinco anos, não deixou que o pai, Pedro Scooby, participasse da festa de Dia das Mães.

“Hoje eu assinei o cheque pra pagar a mensalidade dessa escola: R$ 3.500,00. Agora me diz se faz algum sentido uma escola que tem uma definição tão sem nexo. Isso sem falar que poderia haver alguma criança filha de algum casal gay. Qual é o problema? Porque o pai não pode ir representando uma pessoa que se ama? Que vergonha, que preconceituosos, que caretas. Aliás, frustração geral, do meu filho, do meu marido, que queria assistir, minha, que tinha passado o dia na ansiedade de conseguir chegar a tempo de ver um pedaço, e eu conseguiria, mas não, não pode, lá só poderia mulher”, disparou a atriz.


Para Casa:

  • Karin: Blog – PacMãe
  • Senhor A: Filme – Moana

  • Rodrigo: Filme – Mulher Maravilha

#TodoMundoMaravilha


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