No mamada ou cagada deste mês, recebemos novamente o papai das gêmeas Laura e Mônica, o Daniel Anand do Rolando 20, para debatermos sobre o desenho animado das Super Hero Girls e sobre não colocar fraldas em bebês. Venha se emocionar com a história de um pai adotivo de crianças terminais e refletir sobre a situação atual e o futuro da educação.


Conheça o Rolando 20!

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Comentado neste programa:

Super Hero Girls, websérie animada baseada nas personagens da DC, agora vai chegar à TV! Nós, como fãs, não poderíamos ficar mais contentes com anúncio feito pela Warner Bros. Animation junto com a DC Entertainmentde que as heroínas ganharão uma nova série que será transmitida pela Cartoon Network, prevista para 2018!

Há mais de duas décadas Mohamed Bzeek é um Pai adotivo para crianças doentes terminais e abandonadas por seus verdadeiros Pais, que muitas vezes não conseguem ver, ouvir ou conversar, com pouco tempo para experimentar amor, esperança e até mesmo sorrir.

Desde 1995, Bzeek, ​​62 anos, que mora na Califórnia, enterrou 10 crianças adotivas gravemente incapacitadas, além de sua esposa, Dawn, que morreu há dois anos. Dawn, que estava cuidando de filhos adotivos quando ela e Mohamed se conheceram, concordou com ele depois que se casaram, que deveriam se dedicar a melhorar as vidas dos mais vulneráveis.

Testada por casal de médicos, técnica prevê que pais observem sinais de filhos e usem sons e zumbidos; entre vantagens, está maior conforto para bebê e economia de fraldas.

Alguns pensam no conforto. Afinal, usar fralda pode ser prático para os pais, mas andar com essa grossa capa de plástico não deve ser cômodo para os bebês, sobretudo quando estão úmidas.

Cérebros ou nádegas. Quem não tem dinheiro não estuda. Se tudo der errado. As últimas pérolas dos mercadores e dos compradores da educação alienante no Brasil. Um professor da Unicamp, um deputado, alguns alunos do ensino médio. Quem são esses personagens de um cenário educacional mais amplo bastante preocupante? Apenas alguns dos muitos que atacam o sistema de cotas nas universidades públicas, que defendem que essa mesma universidade se destine a quem pode pagar por ela e que acreditam no sucesso material e na bobagem da meritocracia.

Instituições, como escolas e universidades, públicas ou privadas, não existem no vácuo, mas em contextos sociais muitas vezes graves e confusos, os quais ela vem, perigosamente, reproduzindo. Há sete anos, venho estudando os impactos desses contextos nessas instituições que, em princípio, deveriam ser o refúgio e a defesa da ética, da estética, do saber, do conhecimento desinteressado – como defendia Nietzsche –, das discussões produtivas, da descolonização do saber, do cultivo da visão e do fazer coletivos e, no caso brasileiro, da identidade da América Latina.


Para Casa:


Músicas do episódio:

  • Escola – Biquini Cavadão
  • Another Brick in the Wall – por Jamie Dupuis
  • Teacher’s Pet
  • Mínimo 5 – Rafael Cabral

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